"Os radares das Forças de Autodefesa detectaram o voo do míssil, mas, sendo que não havia ameaça de sofrer danos, foi tomada a decisão de não o abater", declarou o ministro japonês.
No entanto, ele adicionou que o voo do míssil em tal trajetória representa um perigo sério para a segurança da região e viola a resolução da ONU.
De acordo com o ministro, o mais provável é que o míssil lançado tenha sido de médio alcance. O projétil teria se partido em três antes de cair no mar. Não há relatos de danos ou feridos.
Na terça-feira (29) de manhã (horário local), a Coreia do Norte disparou um míssil que sobrevoou o território japonês e, 14 minutos depois, caiu a 1.180 km de Hokkaido.
A última vez que um míssil de Pyongyang sobrevoou o Japão foi em 2009, quando o país de Kim Jong-un afirmou estar lançando um satélite de telecomunicações, mas a comunidade internacional interpretou o ato como um teste de um míssil balístico intercontinental.
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